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07/03/2017 às 10:07, atualizado em 20/03/2017 às 15:33
Gordura, lodo de estações de tratamento e restos de animais mortos passam a ser levados diretamente para o Aterro Sanitário de Brasília
O Serviço de Limpeza Urbana (SLU) firmou parceria com os catadores do Aterro Controlado do Jóquei para deixar de levar animais mortos, rejeitos de gordura e de lodo para o local. Os materiais são agora encaminhados diretamente para o Aterro Sanitário de Brasília, inaugurado em janeiro.
Segundo a diretora-presidente do SLU, Kátia Campos, a iniciativa faz parte do período de transição até o fechamento definitivo do Aterro do Jóquei, previsto para 2018. “Esses rejeitos não podem ser aproveitados de nenhuma maneira e são prejudiciais para a saúde daquelas pessoas”, afirma Kátia.
[Box-Aterro]
De acordo com ela, várias ações vêm sendo tomadas para melhorar as condições de trabalho no local. “Essa é a primeira medida adotada após a inauguração do novo aterro. Ainda neste ano, também serão instalados banheiros químicos para os trabalhadores”, conta a diretora-presidente. A licitação para a compra de dois contêineres, com seis boxes cada um, está em andamento.
As empresas contratadas pelo SLU e pela Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) continuam responsáveis pelo transporte dos rejeitos. Mensalmente, são produzidos no DF mais de 5 toneladas de rejeitos provenientes de caixas de gordura condominial e 350 toneladas do sistema de tratamento de esgoto da Caesb. Além disso, 10 toneladas de animais mortos são recolhidas em vias públicas a cada mês. O total equivale a uma diminuição de 1,5% na quantidade de materiais depositados no Aterro do Jóquei.
Edição: Paula Oliveira