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26/04/2017 às 12:53, atualizado em 27/04/2017 às 21:08
Em 2016, foram feitos 400 mil exames no local. Depois de reforma entregue nesta quarta-feira (26), a expectativa é de 500 mil análises até o fim do ano
Responsável pela análise laboratorial de média e alta complexidades de pacientes de Brasília, o Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen) completa nesta quarta-feira (26) 39 anos desde a inauguração. Para celebrar a data, foi entregue hoje para a população parte da estrutura reformada, com redes hidráulica e elétrica, piso, forro e bancadas de trabalho novos.
As intervenções que se iniciaram em 2015 resultarão no aumento da capacidade do laboratório. Em 2016, foram feitos 400 mil exames no local. Para 2017, a expectativa é de 500 mil análises laboratoriais.
“Teremos melhores condições para identificar doenças, medir qualidade da água e atender à demanda local e de todo o País”, disse o governador Rodrigo Rollemberg, na inauguração na manhã desta quarta.
[Numeralha titulo_grande=”R$ 3,5 milhões” texto=”Montante usado para reformar o Laboratório Central de Saúde Pública do DFesquerda
Receberam as obras os núcleos das Gerências de Biologia Médica e de Análises de Produtos e de Água. Com isso, terão reforço os exames de carga viral de HIV, Hepatites B e C e de água e alimentos, por exemplo. O investimento do DF foi de R$ 3,5 milhões.
“Esse é um laboratório muito importante, com alta tecnologia. Temos quatro alas completas sendo entregues com estrutura para chegar a diagnósticos mais precisos”, disse o secretário de Saúde, Humberto Fonseca.
O governo de Brasília vem adotando medidas para facilitar a compra de medicamentos e de insumos para abastecer a rede pública de saúde. Um pregão eletrônico está em curso para resolver questões pontuais.
Ao mesmo tempo, o processo de compras está sendo aperfeiçoado para evitar que faltem medicamentos e insumos nos hospitais e nas unidades de saúde do DF. “A própria proposta de criar o Instituto Hospital de Base de Brasília vai trazer mais facilidade para fazer as compras e, assim, melhorar a qualidade do atendimento à população”, destacou o governador Rodrigo Rollemberg.
Além disso, há o pagamento das dívidas do governo anterior que está sendo feito pela atual gestão. “Muitos fornecedores se recusam a vender para o governo enquanto as dívidas não forem quitadas, e isso também prejudica o abastecimento do estoque”, completou.
Leia o pronunciamento do governador Rodrigo Rollemberg sobre o Laboratório Central de Saúde Pública do DF.
Edição: Paula Oliveira